


A 6.ª edição do relatório Portugal, Balanço Social retrata a situação económica e social das famílias em Portugal. O relatório de 2025 dedica um capítulo especial à privação das crianças e outro às perceções acerca do Estado e às expectativas das pessoas que vivem em Portugal.
Citação sugerida: Peralta, S., Carvalho, B. P., Fanha, J., Fonseca, M. & Tavares, F. (2026). Portugal, Balanço Social 2025. Nova School of Business and Economics.
A 6.ª edição do relatório Portugal, Balanço Social retrata a situação económica e social das famílias em Portugal. O relatório de 2025 dedica um capítulo especial à privação das crianças e outro às perceções acerca do Estado e às expectativas das pessoas que vivem em Portugal.
A 5.ª edição do relatório Portugal, Balanço Social retrata a situação económica e social das famílias em Portugal. O relatório analisa as condições laborais e o mercado de trabalho e dedica um capítulo às perceções, expectativas e confiança dos indivíduos nas instituições.
A 4.ª edição do relatório Portugal Balanço Social retrata a situação económica e social das famílias em Portugal. O relatório analisa o impacto da pobreza na saúde mental e no bem-estar e dedica um capítulo às perceções, expectativas e confiança dos indivíduos nas instituições.
A 3.ª edição do relatório Portugal, Balanço Social retrata a situação económica e social das famílias em Portugal. O relatório analisa a distribuição dos apoios às famílias no âmbito da crise provocada pela pandemia de Covid-19 em Portugal, ao longo do ano de 2020, e dedica um capítulo aos desafios do custo de vida.
A 2.ª edição do relatório Portugal, Balanço Social atualiza o impacto da pandemia de COVID-19, em 2020 e 2021, nos grupos mais vulneráveis da população, na saúde, na educação e no mercado de trabalho. Nesta edição, incluímos ainda uma secção dedicada às pessoas mais velhas.
O relatório Portugal, Balanço Social 2020 inclui um capítulo especial dedicado ao impacto da primeira vaga da pandemia COVID-19 nos segmentos da população com maior fragilidade económica e em situação de pobreza. Neste documento foram reunidas diversas fontes de dados para avaliar o impacto da crise pandémica em áreas como saúde, educação, mercado de trabalho, poupança, consumo e endividamento.
O estudo “Quanto sobra ao final do mês? Despesas essenciais, inesperadas e poupança” analisa o rendimento discricionário e o montante das despesas essenciais das famílias residentes em Portugal, incluindo a capacidade de poupança das famílias mais pobres. Cerca de 26,5% dos agregados em Portugal gasta mais do que recebe. Estudo realizado com o apoio da IKEA Portugal.
O estudo “Quem Somos e Como Pensamos? Desigualdades de Género e Rendimento nas Atitudes Sociais” analisa o posicionamento e a participação política das pessoas residentes em Portugal, explorando os valores e as crenças que moldam essas atitudes. É dedicada uma atenção especial às atitudes perante a imigração e a igualdade de género.
O relatório “Género e Violência em Portugal: Um Retrato da Desigualdade” analisa a prevalência, severidade e reporte da violência de género em Portugal. O estudo utiliza microdados do Inquérito sobre Segurança no Espaço Público e Privado (ISEPP) de 2022. Quase 50% das mulheres já sofreu algum tipo de violência ao longo da vida.
O relatório “As minorias étnicas a discriminação em Portugal” analisa, a partir dos microdados do Inquérito às Condições de Vida, Origens e Trajetórias da População Residente (ICOT) de 2023, a discriminação sentida por pessoas de diferentes origens e etnias. Mais de 50% das pessoas de minorias étnicas testemunhou situações de discriminação e 40,3% afirmam ter sofrido discriminação diretamente. Em Portugal, quase 90% das vítimas de discriminação não contactam as autoridades.
O relatório “Quem consegue pagar as despesas essenciais? Uma análise da pobreza absoluta em Portugal” quantifica a prevalência da pobreza em Portugal, adotando a metodologia que é utilizada em países como os Estados Unidos da América, em contraste com a abordagem relativa adotada pelas instituições europeias. O estudo utiliza os microdados do Inquérito às Despesas das Famílias (IDEF) de 2022 e adapta os métodos de Orshansky e suplementar do United States Census Bureau. Em 2022, a taxa de risco de pobreza absoluta varia entre 8,5% e 12,6%, abaixo dos 16,4% da taxa de risco pobreza relativa. Cerca de 1% da população (perto de 100 mil pessoas) vive em agregados com rendimento insuficiente para cobrir pelos menos o custo do cabaz alimentar essencial.
O relatório “Pobreza Energética em Portugal: Uma análise municipal” analisa a pobreza energética em Portugal com os dados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), realizado em 2021, e com os dos Censos 2021. Em Portugal, duas em cada dez pessoas não conseguiram manter a casa aquecida e três em cada dez vivem em casas com necessidade de reparação. Neste estudo, caracterizamos a pobreza energética ao nível municipal calculando o Índice de Vulnerabilidade Energética Municipal (IVEM), através de um método estatístico que tem em conta as especificidades regionais e combina os dados individuais do ICOR com os dados municipais dos Censos. Os municípios das Regiões Autónomas apresentam a maior prevalência de vulnerabilidade energética, com valores do IVEM superiores a 25%. No continente, a pobreza energética concentra-se no Norte, em especial nas regiões do Minho, Trás-os-Montes e Beira Alta.