

O risco de pobreza continua a afetar desproporcionalmente os mais velhos (21,1%) e as crianças (17%) - precisamente os que têm menos meios para reagir. Em 2023, sem apoios como pensões ou subsídios de desemprego, a taxa de risco de pobreza teria disparado de 17% para 41,8%.
Ler opiniãoA Fundação La Caixa, BPI e Nova SBE publicaram, na semana passada, o seu Relatório anual, “Portugal Balanço Social 2024”. O Relatório é um documento que vale a pena ler por vários e relevantes motivos, inclusivamente para ser corrigido, se for o caso.
Ler opiniãoO estudo “Portugal, Balanço Social 2024″, da A Fundação “la Caixa”, o BPI e a Nova SBE, indicou que em 2024, “a taxa de pobreza entre trabalhadores com contrato temporário (18,2%) é mais do dobro da registada entre os trabalhadores com vínculo permanente”.
Ler notíciaO realismo no combate à pobreza exige mais do que propostas fiscais simplistas. Requer políticas integradas. O Relatório do Balanço Social 2024 revela uma realidade preocupante: mesmo com o crescimento económico, milhões de portugueses vivem em pobreza extrema.
Ler notíciaTrabalhadores com salários mais baixos são também os que estão mais expostos a condições laborais de maior risco físico e ambiental.
Ler notíciaDez por cento dos trabalhadores mais pobres têm horários acima de 45 horas por semana, contra 5,7% dos mais ricos Apesar da baixa do desemprego e da subida do salário, o mercado de trabalho ainda é desigual e “falha a uma série de pessoas”. Proporção de sindicalizados não vai além dos 11,6% entre os mais pobres.
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